Encontros de Espiritualidade Ecumênica ao estilo Taizé, em Belo Horizonte/MG Promoção: CEBI-MG e parceir@s
terça-feira, 21 de março de 2017
segunda-feira, 20 de março de 2017
sexta-feira, 10 de março de 2017
Nota do Cimi sobre as declarações do ministro da Justiça Osmar Serraglio

O Cimi lamenta e repudia, com veemência, as declarações do novo ministro da Justiça Osmar Serraglio relativas aos povos indígenas. É vergonhoso que um ministro, ao assumir, venha a público desdenhar do direito fundamental dos povos indígenas às suas terras. Ao usar a expressão “terra não enche barriga” como argumento para justificar a não demarcação das terras indígenas no país, o ministro demonstra, no mínimo, um grau elevado de ignorância, que o descredencia para a função que assumiu.
Para os povos indígenas, a terra é de importância fundamental não só para suprirem suas necessidades alimentares, mas também para preencherem de sentido e plenitude sua existência individual e coletiva.
As declarações do ministro, dadas em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, causam forte preocupação já que servem de combustível que abastece motosserras e tratores daqueles que historicamente invadiram e continuam se apossando ilegal e criminosamente das terras indígenas no Brasil. Por evidente, tais declarações serão traduzidas no aumento das violações de direitos e da violência contra povos, comunidades e lideranças indígenas que lutam pela demarcação e/ou pela proteção de suas terras tradicionais.
O ataque de Serraglio contra o direito dos povos originários às suas terras tradicionais está umbilicalmente conectado com as intenções e iniciativas ruralistas e do governo Temer em promover ampla e irrestrita mercantilização e concentração privada da terra, no Brasil, em benefício de interesses econômicos de capital nacional e internacional. Nesse contexto, a não demarcação das terras indígenas servirá para ampliar o alcance da pretendida venda de terras para estrangeiros (PL 4059/12), das alienações e concessões de terras públicas situadas em faixa de fronteira (Lei no. 13.178/15), da reconcentração de terras desapropriadas para a reforma agrária (MP 759/15), dentre outras.
O Cimi se solidariza com os povos indígenas diante de tão grave ataque, reafirma o compromisso de continuar empenhado na defesa da vida dos povos e exorta as diferentes instâncias dos Três Poderes do Estado brasileiro a respeitar e cumprir os ditames constitucionais, segundo os quais “São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam” (CF Art. 231).
Brasília, DF, 10 de março de 2017
terça-feira, 7 de março de 2017
Curso 500 anos de Reforma com Prof. Carlos Cunha no Centro Loyola de BH - participe!!!
500 anos de Reforma
500 anos de Reforma
Carlos Cunha
Em
2017, a Reforma Protestante completa 500 anos. Como um movimento
contestador, a Reforma propiciou profundas mudanças eclesiásticas e
teológicas no cristianismo ocidental com raízes no século XIV, mas
estendendo-se até o século XVII. Com o lema: “A Igreja é reformada e
está sempre se reformando” (Ecclesia Reformata et Semper Reformanda Est) de
Gisbertus Voetius (1589-1676), o movimento inaugurado por Martinho
Lutero (na Alemanha), João Calvino (na França) e Ulrico Zuínglio (na
Suíça) interpela o cristianismo de hoje. Como a teologia dos
reformadores pode desafiar, corrigir e nos orientar? O curso busca
ressignificar na contemporaneidade os princípios da Reforma. A saber:
Somente a fé (Sola fide), Somente a Graça (Sola gratia), Somente a Escritura (Sola Scriptura), Somente a glória de Deus (Soli Deo gloria) e Somente Cristo (Solus Christus).
9, 16, 23, 30 de março, quintas-feiras, de 19h30 às 21h30.
O professor Carlos Cunha é doutor em teologia, professor da FAJE.
Investimento: R$ 100,00
Informações e inscrições também pelo fone: 3342-2847.
sexta-feira, 3 de março de 2017
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